Katia Brembatti, presidente da Abraji, destacou o papel da entidade no enfrentamento à violência institucional
Na audiência pública no Senado, quatro entidades jornalísticas se posicionaram sobre o tema:
– Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji);
– Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj);
– Associação Brasileira de Imprensa (ABI);
– Repórteres sem Fronteiras (RSF)
‘Um dos temas mais urgentes debatidos durante a audiência foi o recente episódio de violência institucional contra jornalistas ocorrido na Câmara dos Deputados no início desta semana. Dezenas de profissionais da imprensa foram expulsos do plenário da Casa e agredidos por membros da Polícia Legislativa, enquanto cobriam a retirada forçada do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que havia ocupado a cadeira da presidência da Câmara’.
Posicionamentos das entidades
– Samira de Castro (Fenaj): “Mesmo com a queda numérica, não podemos naturalizar a violência contra a imprensa em um país que se diz democrático.”
– Bia Barbosa (RSF): “A violência contra jornalistas não é apenas um problema brasileiro, mas global. Ainda assim, os episódios que testemunhamos aqui no Brasil refletem um ambiente de normalização dos ataques à atividade jornalística, que não deve ser aceito.”
– Katia Brembatti: “O assédio judicial intimida os jornalistas, sufoca financeiramente as empresas e cria um autopoliciamento. A sociedade deixa de ser informada quando o jornalista pensa cinco vezes antes de abordar um assunto porque aquele assunto vai dar dor de cabeça.”
Saiba de todos os detalhes da audiência aqui.
*Foto: Andressa Anholete/Agência Senado



