Foram realizados cerca de 50 atendimentos por dia, contando com os pré-agendados e feitos no dia
Por 5 (cinco) dias, o projeto ‘Roda-Hans: Carreta da Saúde – Hanseníase‘, desenvolvido pela Novartis, esteve diante à entrada principal da Prefeitura de Itu atendendo pacientes com suspeita da doença, pacientes já diagnosticados e também quem esteve próximo desses últimos.
No primeiro dia, 02 de março (segunda-feira), houve a capacitação de cerca de 50 profissionais de Itu e região para estarem ainda mais aptos para realizarem o diagnóstico precoce nos pacientes. O processo foi realizado pelo Dr. Egon Luiz Rodrigues Daxbacher, assessor do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e especialista do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE).
Nos dias seguintes (terça à sexta-feira), os pacientes que realizaram os agendamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) foram atendidos na carreta. Algumas pessoas foram diretamente ao saguão da prefeitura para agendar a consulta e realizar os exames.
O Imprensa Aberta conversou com o secretário de Saúde do município, Tiago Texera, e com o Dr. Egon. Eles detalharam como foi o processo da vinda da carreta, os atendimentos em si e os cuidados para identificar a suspeita da Hanseníase.
Assista as entrevistas no nosso canal YouTube.
Sobre a Carreta Novartis da Saúde
Em 2009 a Novartis assumiu o desafio de contribuir de forma mais ativa com a erradicação da hanseníase no Brasil, por meio da Carreta da Saúde – um caminhão itinerante que atua como um centro de saúde móvel, com cinco consultórios e um laboratório. Em mais de 10 anos de atuação a iniciativa já realizou mais de 95 mil atendimentos gratuitos, percorreu 600 municípios e diagnosticou mais de 3 mil pacientes.
A Carreta viaja para as regiões do país mais afetadas pela doença. Durante as visitas, a população pode fazer exames médicos gratuitos e as comunidades são educadas sobre métodos de prevenção e controle, e sobre a importância da adesão ao tratamento da hanseníase. Os pacientes diagnosticados são encaminhados para o tratamento junto à rede pública de saúde.
O projeto foi desenvolvido em um esforço conjunto com o Ministério da Saúde, as Secretarias Estaduais de Saúde, as Secretarias Municipais de Saúde e o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (CONASS) e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).
Desde o início de 2022, já passou por estados como o Maranhão e Piauí e atendeu mais de 3 mil pacientes, sendo responsável por diagnosticar 189 novos casos, que foram encaminhados para tratamento na rede pública de saúde.



